segunda-feira, 23 de março de 2009


A revista IstoÉ desta semana mostra - para poucos - que a campanha eleitoral já começou e de que lado está. Para proteger o PSDB e o governador de São Paulo, José Serra, a publicação, contrariando todas as regras do jornalismo, apagou a inscrição ''Fora Serra'' de uma foto feita durante um protesto do MST e do MAB contra a privatização da Cesp.Por Marcelo Netto Rodrigues e Renato Godoy de Toledo, no Brasil de FatoMais que isso, o resultado visual inverte o significado da imagem que traz uma placa de trânsito ''Pare'', como se quem devessem parar fossem os movimentos, e não as privatizações.A adulteração de uma foto - passível de processo pelo detentor de seus direitos autorais, no caso a Folha de S.Paulo - é plenamente possível hoje em dia com o uso de um programa para tratamento de imagens, como o Photoshop por exemplo, mas é prática condenada no meio jornalístico. O fato escancara o poder de influência camuflada que os meios de comunicação de massa tem para atuar como o que vem sendo chamado de ''Partido da Mídia'' (PM).A foto adulterada, de autoria do fotógrafo Cristiano Machado, ilustra a matéria '' O MST contra o desenvolvimento'' e mostra integrantes de movimentos sociais bloqueando a rodovia Arlindo Bétio, que liga São Paulo a Mato Grosso do Sul e Paraná, em protesto contra a privatização da Cesp (Companhia Energética de São Paulo), no dia 24 de março.A legenda diz ''A exemplo do que ocorreu em São Paulo, em protesto contra a privatização da Cesp, os sem-terra prometem parar estradas em todo o país nos próximos dias''.A reportagem assinada por Octávio Costa e Sérgio Pardellas criminaliza os movimentos sociais sustentando que ''os sem-terra ameaçam empresas e investimentos que geram empregos e qualidade de vida'', sem mencionar que a Aracruz Celulose, a Monsanto, a Cargill, a Bunge e a Vale - citadas pela matéria como exemplos de empresas prejudicadas - respondem a acusações de destruição do meio ambiente, desrespeito aos direitos de povos tradicionais, como quilombolas e indígenas, e exploração de trabalhadores.A matéria tenta desautorizar o MST como um ator político que vá além da luta pela reforma agrária. Diz que ''desde 2006, o MST lidera ataques à globalização, ao neoliberalismo e às privatizações - algo que nada tem a ver com a sua luta original''.Nada é por acasoA editora Três, que publica a revista IstoÉ, é controlada pelo acionista majoritário do banco Opportunity, Daniel Dantas. O banqueiro tem ligações com fundos de pensões, além de uma participação ativa no processo de privatizações de estatais sobretudo durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Em 2007, Dantas superou a concorrência da Rede Record e comprou 51% das ações da editora Três, que estava à beira da falência.O banqueiro tem uma trajetória de proximidade com outros partidos de direita como o DEM, sobretudo com o falecido político baiano Antonio Carlos Magalhães. Também foi sócio do publicitário tucano Nizan Guanaes. Por diversas vezes, foi alvo de investigações e respondeu a crimes como espionagem e formação de quadrilha. Quando estava à frente da Brasil Telecom, foi acusado de contratar a empresa Kroll para espionar a Telecom Itália.

segunda-feira, 16 de março de 2009

A VIOLÊNCIA NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Os meios de Comunicação tanto podem ser violentos como podem ser causa de violência.
Eles são violentos quando faltam com a ética e colaboram para disseminação de diferentes formas de violência.
Eles podem ser causa de violência quando expressam valores que fundamentam uma sociedade violenta ou quando analisam a violência com critérios inadequados,usados por apresentadores desqualificados que fazem o sensacionalismo a grande arma para atingir o público.
Existem programas,tanto para adultos como para o público infantil,que favorecem a criação de uma mentalidade violenta

DADOS EXTRAÍDOS DO FOLHETO CAMPANHA DA FRATERNIDADE DE 2009

sexta-feira, 6 de março de 2009

mortes de moradores em situação de rua

WEB RADIO PIETÁ
VEM A PUBLICO SOLICITAR URGÊNCIA NAS INVESTIGAÇÕES DAS MORTES OCORRIDA DURANTE ESTA SEMANA EM CAMPINAS
1º MORTE DE MORADOR EM SITUAÇÃO DE RUA ENFORCADO,E COM VARIOS HEMATOMAS SINAIS DE PANCADAS PELO CORPO DIA 04/03/09
2º MORTE DE MORADOR EM SITUAÇÃO DE RUA EM CASA ABANDONADA PRÓXIMO AO HOSPITAL BENEFICÊNCIA PORTUGUESA HOJE 06/03/09 POR VOLTA DAS 13,00 HORAS COM VARIAS FACADAS PELO CORPO

TODOS OS CORPOS ESTÃO NO IML DE CAMPINAS PARA RECONHECIMENTO
SERÁ QUE TEMOS ALGUM GRUPO DE EXTERMINO DE MORADORES DE RUA EM CAMPINAS

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Radicom e direito autoral:

segunda feira, 16 de Fevereiro de 2009
Radicom e direito autoral: buscando um ponto de equilíbrio
14/02/2009
Redação
FNDC
As rádios comunitárias constituem um espaço de democratização da comunicação, disseminando e divulgando cultura, informações e entretenimento sem fins lucrativos. No aspecto cultural, são instrumentos para músicos divulgarem seu trabalho. Mas isso é dificultado pela cobrança dos direitos autorais, amparada em uma lei que não contempla a realidade da radicom no país.
Esse problema afeta as emissoras comunitárias em todo o país, e ressurgiu na semana passada, quando o juiz da 16ª Vara Cível de São Paulo, Maurício Campos da Silva Velho, negou o pedido do Sindicato de Emissoras Comunitárias de São Paulo (Sinerc) para que as suas filiadas não fossem obrigadas a pagar direitos autorais ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). O sindicato alegara que a transmissão de músicas por suas rádios não tem motivo econômico e serve a fins culturais. As emissoras que entraram na ação através do sindicato não são filiadas a Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço). Para a Abraço, a constituição de novas entidades como o referido sindicato é contraproducente. De acordo com o advogado responsável pela diretoria Jurídica e de Estudos Socioeconômicos da Abraço, João Carlos Santin, a luta em defesa da radicom exige que as emissoras se agreguem em um movimento coeso e forte. “O risco de sermos derrotados é maior quando as pessoas ficam criando um monte de entidades e começam a entrar na justiça em nome do coletivo”, considera. Entretanto, o problema enfrentado pelas emissoras representadas pelo Sinerc é o mesmo enfrentado pelas emissoras comunitárias em geral. Segundo matéria publicada no site consultor jurídico sobre o caso do sindicato paulista, o juiz fundamentou-se no artigo 68 da Lei 9.610/98 (direitos autorais), relativo à obrigatoriedade do pagamento de direitos autorais nas execuções públicas de músicas, independentemente do lucro.As decisões sobre o assunto têm sido contraditórias. No ano passado, em Santa Catarina, a 3ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça, deferiu pedido semelhante a favor da Associação Comunitária Ecológica do Rio Camboriú e negou provimento ao recurso do Ecad. O Escritório ajuizara ação de cobrança no valor de R$ 6 mil referente a musicas veiculadas pela emissora da referida Associação. A Justiça concluiu que, por tratar-se de estação radiodifusora de natureza comunitária, sem fins lucrativos e com objetivo de promover a educação ambiental local, o uso de composições musicais em sua programação não esta sujeito ao pagamento de direito autoral. Produto cultural versus bem culturalA lei do direito autoral surgiu em 14/12/73, sob nº 5.988 e foi alterada 25 anos depois, em 19 de fevereiro de 1998, pela lei Nº 9.610. Na mesma época nascia a lei que instituiu o serviço de Radiodifusão Comunitária no país. As divergências entre o Ecad e a radicom concentraram-se no artigo 68. O Ecad -sociedade civil, de natureza privada, administrada por dez associações de música - cobra das rádios comunitárias o valor fixo mensal de R$ 255,00 pela veiculação de músicas. Para representantes das rádios comunitárias, que não negam os direitos autorais, a taxa cobrada não condiz com a natureza das rádios. Lembram que as emissoras não têm fins lucrativos e são mantidas pelas comunidades, não podem veicular propaganda e não possuem subsídios governamentais. “Não somos contra o direito autoral, que é o pagamento do trabalho do artista”, afirma o Coordenador Executivo da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), José Luiz Sóter. Ele considera “crucial” o debate sobre o pagamento ao Ecad e reivindica um tratamento diferenciado. Mas destaca o caráter diferenciado da radiodifusão comunitária.“A rádio comunitária, diferente das comerciais, veio para democratizar o espaço, servindo como um meio de divulgação gratuita dos artistas que estão fora da mídia”, enfatiza. Para Sóter, que também é dirigente executivo do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), a obrigatoriedade de recolher taxas ao Ecad pode inviabilizar a existência da maioria das emissoras. “Essa visão do Ecad é uma visão mercantilista, de produto cultural, uma visão voltada para a indústria cultural e não para democratização do acesso aos bens culturais”, argumenta. Com base nessa argumentação a Abraço, de acordo com Sóter, tem procurado reunir com as entidades que representam os artistas para mostrar a realidade das comunitárias. “Nós estamos querendo resolver essa situação da arrecadação junto às rádios comunitárias por meios políticos e pelo viés da democratização da comunicação” acrescenta. Questionar a legalidade da cobrançaNo âmbito jurídico, as emissoras estão sendo orientadas a se precaver e discutir judicialmente essa questão, salienta Santin. Para o advogado é preciso que as rádios comunitárias se organizem e lutem para mudar a legislação. Ele admite a cobrança de um valor simbólico ou condizente com a realidade do setor. “Nós temos que discutir judicialmente isso e convencer os deputados e senadores de que rádio comunitária deve ter um tratamento diferenciado”, finaliza. “Essa cobrança do Ecad não é de hoje, e é um contrasenso, a própria lei diz que uma rádio comunitária não pode veicular comercial. Se não tem fonte de arrecadação, como vai pagar alguma coisa? E se ela é comunitária, esta ali justamente para fazer o papel que a rádios comerciais não fazem, que é promover cultura, entretenimento, tudo de forma gratuita, sem a intenção de ter faturamento sobre essas músicas. Isso é diferente das comerciais, que tem fonte arrecadadora”, argumenta Edson Amaral, dirigente da Federação Interestadual de Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert) e também membro da Coordenação Executiva do FNDC.A posição do EcadDe acordo com Márcio Massano gerente de relacionamento de arrecadação do Ecad, quem decide sobre o valor da cobrança são as entidades associadas ao Escritório. “Qualquer proposta recebida aqui é levada até a assembléia e se discuta. O Ecad só acata aquilo que é decidido pela assembléia.”Massan o recorda que o Escritório não pode ignorar as determinações da lei e que só os titulares das músicas podem abrir mão das taxas em vigor. “As pessoas confundem a cobrança com imposto, não é se trata disso, mas de uma licença que a pessoa precisa pagar para utilizar uma obra de outra pessoa”, explica. E acrescenta: “Não somos contra a discussão, o Ecad nunca está fechado para uma negociação, as propostas podem ser enviadas para a assembléia avaliar”.
Postado por Abraço Sp às 12:35
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sábado, 13 de dezembro de 2008

Atos em 16 cidades pedem transparência na mídia

COMUNICAÇÃO – CONCESSÕES
Atos em 16 cidades pedem transparência na mídiaO dia nacional de luta por mais transparência no uso de concessões públicas de rádio e televisão foi um sucesso. Em 16 capitais, foram realizados atos públicos.Foi a primeira vez que movimentos sociais de diferentes temáticas se juntaram para manifestar descontentamento com os desmandos das grandes empresas de mídia, cujas concessões públicas de rádio e TV são cobertas de sigilo e muitas vezes fogem à lei.
A data escolhida foi o dia 5 de outubro, por se tratar de uma data em que as concessões de televisão da Globo, Record e Bandeirantes vencem, e, como tem acontecido pelos anos, são renovadas sem qualquer debate com a sociedade.
Houve atos públicos com diferentes números de manifestantes e diversos tipos de abordagem à população. Em São Paulo, o ato teve 500 pessoas e contou com participação de políticos.
Em Porto Alegre, cerca de 250 se concentraram em frente à sede da RBS, afiliada da Globo no estado. No Espírito Santo, 300 fizeram o mesmo, se concentrando na frente da Rede Gazeta.
Em Brasília, cerca de 200 foram até o Ministério das Comunicações, e foram recebidos pelo presidente da Câmara dos Deputados Arlindo Chinaglia.
Além destes lugares, houve manifestações em Salvador, Manaus, Florianópolis, Cuiabá, São Luís, Maceió, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro e Recife.
“Os movimentos sociais não estão reivindicando nenhum tipo de censura. Queremos que se cumpram as leis e se construam mecanismos para avaliar se a Constituição está sendo cumprida. Isso é uma democracia, não podemos aceitar o vale tudo”, disse a diretora de comunicação da União Nacional dos Estudantes, Luana Bonone.
Além da UNE, muitos outros movimentos participaram do dia de lutas, como o MST, a Central dos Movimentos Populares, a CUT, a Associação Brasileira de ONGs e vários, outros. (pulsar/Observatório Direito à Comunicação)
fo08/10/2007

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Globo quer imitar Record e ignorar a lei
Amanhã é dia de luta por concessões transparentes
Grandes emissoras estão em situação ilegal em São Paulo








Concessões continuam assunto secreto

BRASÍLIA – COMUNICAÇÃO
Após campanha, concessões continuam assunto secretoQuando, em outubro do ano passado, movimentos por uma comunicação democrática fizeram uma campanha por transparência nas concessões de rádio e TV, o governo deu sinais de que poderia abrir o debate, mas isso não aconteceu.A campanha “Democracia e transparência nas concessões de rádio e TV” foi realizada por movimentos e organizações para marcar a data de renovação das concessões de emissoras como Globo, Bandeirantes e Record.
O governo, na época, acenou com a possibilidade de exigir que as emissoras provassem que cumpriram as exigências legais para ter suas concessões renovadas por mais 15 anos.
Entre estas obrigações, estaria a transmissão de programas educativos e culturais e o respeito ao limite máximo de 25% da programação para veicular publicidade.
Mas o Ministério das Comunicações argumentou que estes dispositivos constitucionais não são regulamentados, sendo por isso que não se cobram as emissoras aquilo que a lei manda que elas façam.
O Ministério convenceu a Casa Civil e o assunto caiu no esquecimento. Segundo o militante da organização Intervozes, João Brant, o governo está envolto em omissões quando o assunto é o interesse da mídia comercial.
“É impressionante a cortina de fumaça que paira sobre esse tema. Nem o Ministério das Comunicações e nem a Casa Civil, responsáveis pelo processo de renovação, falam claramente sobre isso”, disse ele. (pulsar/
DireitoComunicação)
fo26/03/2008

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Políticos detém concessões

AGENDA NACIONAL – TELECOMUNICAÇÕES
Políticos detém concessões de emissoras com outorgas vencidasReportagem da Folha de São Paulo, divulgou que 184 concessões de emissoras de rádio e tv tem outorga vencidas. Apesar da maioria pertencer à políticos e familiares, a reportagem não cita ilegalidade do fato.Em resposta, o ministério declarou que as emissoras podem funcionar, desde que tenham entrado com o pedido de outorga no período determinado, assim, as concessões são mantidas em “caráter precário”.
Para Jerry Oliveira, coordenador da Abraço (Associação Brasileira de radiodifusão Comunitária) de São Paulo, isso comprova que a legislação de radiodifusão “é feita de remendos”. Ele acredita que a intenção do ministério é evitar a ida dos processos para o Congresso Nacional, onde “seriam pleiteados à partir do novo ato-normativo que coloca critérios na renovação de outorga, pois se a emissora tem processos trabalhistas ou não cumprir com as atividades culturais, por exemplo, não teriam as concessões renovadas.”
Outra questão que não é citada na reportagem, é a proibição, por lei, de conceder emissoras de rádio e tv à parlamentares. Segundo Jerry, esses saem ilesos pois o próprio Ministro das Comunicações, Hélio Costa, possui concessões. Ele explica que os políticos, quando eleitos repassam o controle acionário das emissoras para os familiares, contudo, “eles não deixam de ter controle político da emissora”, enfatiza Jerry.
Como representante da radiodifusão comunitária, Jerry lamenta que a situação seja muito diferente para a rádios comunitárias que são constantemente fechadas pela Anatel na espera pela outorga. (pulsar)
lc30/09/2008

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Denúncias sobre emissoras de TV

Sabado 13 de Diciembre de 08 -
Comunicação e cultura Nota
BRASÍLIA – COMUNICAÇÃO
Audiência pública recolhe denúncias sobre emissoras de TVNo próximo dia 27/11, o Congresso Nacional fará audiência pública para discutir a renovação das concessões vencidas de três grandes cadeias de televisão: Globo, Record e Bandeirantes. Concessões regionais destas três emissoras estão vencidas desde 2007, e diversas organizações sociais pressionaram o Congresso para que cumpra a lei e ouça a sociedade antes da renovação.
A lei manda que as concessões de rádio e TV, por serem públicas, tenham a renovação submetida a avaliações feitas pelo público. Assim, a audiência do dia 27 é uma tentativa de recolher denúncias que possam haver contra as emissoras.
O Coletivo de Comunicação Intervozes, uma destas organizações, está recolhendo denúncias para apresentar na audiência pública.
Quem quer que tenha se sentido violado em seus direitos por algum programa destas emissoras pode formalizar uma denúncia no email intervozes@intervozes.org.br .
Como as renovações de outorga de emissoras ocorrem a cada 15 anos, as denúncias encaminhadas podem se referir a este período iniciado em 1992 (uma vez que a concessão expirou em 2007). (pulsar)
fo21/11/2008

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BRASÍLIA – RÁDIOS COMUNITÁRIAS


BRASÍLIA – RÁDIOS COMUNITÁRIAS
Comissão aprova texto bom para rádios comunitáriasUm substitutivo apresentado pelo deputado Walter Pinheiro a um projeto de lei de 1998 pode abrir novos tempos para as rádios comunitárias brasileiras.O texto foi incluído como emenda a um projeto de lei de 1998 sobre anistia a rádios comunitárias, e aprovado esta semana pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática.
Diz o texto de Pinheiro que ficam livres da criminalização rádios eminentemente comunitárias que operem com potência de até 250 watts. Isso significa que os responsáveis por estas rádios não poderiam mais ser presos por exercer seu direito de comunicar.
O substitutivo revoga o artigo 70 do Código Brasileiro de Telecomunicações, que prevê pena de detenção para qualquer transmissão sem autorização.
Para virar lei, o projeto onde a emenda de Pinheiro foi colocada ainda terá que passar pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo plenário da Câmara dos Deputados. (pulsar/direito à comunicação)
fo12/12/2008

sábado, 15 de novembro de 2008

EQUIPE TECNICA DA RADIO VISITA NOSSA PROTETORA

NOSSA EQUIPE ESTEVE EM BRASILIA

PARA VERIFICAR O ANDAMENTO

DA DOCUMENTAÇÃO PARA

OUTORGA DA RADIO






















































PRIMEIRA CRUZ VINDA AO BRASIL